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           O mito do herói talvez seja o mais antigo da humanidade. Embora esteja sempre representado por um personagem principal, como no Prometeu da mitologia grega, não diz respeito a este ou a aquele individuo, mas sim à humanidade. Evoluímos de bactérias às cavernas e hoje vivemos a era da tecnologia. Percorremos um grande caminho ou fizemos uma grande viagem até chegarmos onde estamos.

          Somos seres aquáticos, nosso organismo é composto por cerca de 80% de água, portanto, dependemos do equilíbrio do planeta água.

          Se fizermos um corte epistemológico cósmico, poderemos afirmar que o nosso meio ambiente imediato é o sistema solar. O mesmo Sol que alimenta todos os seres da terra é, por um princípio de termodinâmica, também o responsável pela desertificação.

          O Sol é o gerador do fogo do espírito, sem sol não há vida, com excesso de sol vem morte. Tudo depende de um delicado equilíbrio.

          Os recursos da terra são limitados. Quando somos tantos a usar a água doce dos rios que alimentam o Mar Morto, a ponto de impedir que ela chegue até ele, começamos a secar esse mar. Ao derrubarmos florestas para instalar agricultura e pecuária, extinguimos milhões de espécies vegetais e animais para aumentar a humanidade, que é monocultura dos maiores predadores que a natureza já produziu.

          A nova mitologia pode ser econômica ao tempo em que é ecológica, já que ambas as palavras tem aproximadamente o mesmo sentido etimológico. Controle da natalidade é algo que ocorrerá por iniciativa própria ou espontaneamente, através de guerras e epidemias.

          Teremos de novamente dar um salto quântico, construir a ponte entre a antiga mitologia religiosa – que foi usurpada pelo poder político a ponto de perder seu sentido original e conduzir ao stress do planeta em que vivemos – até a nova mitologia, a Mitologia Ecológica, que poderá preservar a nossa espécie. É inevitável, ou preservamos o meio ambiente ecológico ou nos extinguiremos em curto prazo histórico.

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Cultural é, por definição epistemológica, tudo o que for criado ou modificado pelo ser humano a partir da natureza, isto é, o que existe por arte e oficio humanos, consequentemente é o sobrenatural. Disto se conclui que Deus não pode ser apenas cultural, pois, se fosse, teria sido criado pelo homem, assim como os mitos. Deus é Natural, logo, abrange o cultural, não pode ser menos que toda a Natureza universal e cósmica.

Faça um exame de consciência a fim de saber se o teu Deus é Natural ou cultural.

Quem afirma ser ateu o faz por não crer na existência de um Deus meramente cultural. Não há como ignorar ou negar que a Natureza existe e que ela seja a suprema provedora de tudo e de todos.

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Cristo afirmou: “Eu e o Pai somos um”.  À luz da física e da IHSN isto quer dizer: Eu sou partícula do Todo.

Cristo disse ao fariseus, quando por estes indagado se deveriam pagar tributos: “A Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”.

Entendemos que Cesar refere-se ao Estado, e Deus refere-se à Natureza. Assim, a moeda ao Estado, por ambos serem fenômenos culturais, artificiais, feitos pelo homem, e Deus à Natureza.

Cristou pregou Justiça, Amor e Caridade.

Entendemos que a Justiça é mencionada antes porque sem justiça não há amor ou caridade possíveis. Assim, se um professor imaginando ser caridoso atribui notas altas a alunos negligentes com os estudos não fará caridade alguma, mas apenas injustiça com todos. Os que estudam recebem notas iguais aos outros e os que não estudam não recebem preparo adequado para a vida naturalmente competitiva.

Ao restaurar biomas falidos e proteger os saudáveis, a IHSN logra fazer justiça amor e caridade a humanos, animais, vegetais e minerais, pois restaura e mantém o ciclo da vida natural.

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